Desemprego/economia/trabalho

IBGE: 32,2 milhões estão desempregados, sub empregados e ganham menos do que deveriam

14,5% de desempregados já é terrivelmente assustador pra quem viveu nos anos 2003/2014, quando o Desemprego caiu a 4,5% . Mas não é só o desemprego. Assustador também o número de “Sub empregados”. Gente que trabalha menos que gostaria ou poderia e ganha muito menos do que deveria. Uma parte destes “subempregados” na conta do Governo aparecem como “empregados”. É a farsa que o Governo inventou com o “Novo CAGED” que vira e mexe, anunciam nos noticiários da Globo e da Grande Mídia. Nunca antes, durante toda a minha vida, vi tamanho desemprego, pobreza e fome se alastrando. Podia tripudiar aqui e dizer a máxima “ah, votaram no cara, agora aguentem”, como se não fossemos todos nós a sofrer com a tragédia que nos foi imposta com o Golpe de 2016. o golpista Governo Temer e o trágico Governo Bolsonaro. Não vou tripudiar sobre quem “errou” ao acreditar em mentiras da grande mídia ou de mensagens de whatsapp. Mas digo: leiam a matéria a seguir do Correio do Povo, e que sirva de lição a quem “errou” e se “arrependeu” do voto dado em Bolsonaro ou do apoio dado ao Golpe contra a Dilma e contra o Lula. Desta vez, que acertem o voto, pra que pelo menos o Lula consiga colocar o Brasil nos trilhos de novo e recomeçar a andar.

Brasil ganhou 511 mil pessoas que trabalham menos horas do que poderiam no segundo trimestre, aponta IBGE

Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o indicador subiu 34,4%

Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o indicador subiu 34,4% | Foto: Pixabay / Divulgação / CP

O número de profissionais que trabalham menos horas do que poderiam trabalhar, classificados como subocupados, saltou 7,3% no segundo trimestre e atinge 7,5 milhões de brasileiros. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número representa a novas 511 mil pessoas na relação de subocupados e corresponde ao recorde da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada nesta terça-feira.

Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o indicador subiu 34,4%, quando o Brasil contava com 5,6 milhões de pessoas classificadas como subocupadas.

Por outro lado, o contingente de pessoas subutilizadas, aquelas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas ou na força de trabalho potencial, foi de 32,2 milhões. A taxa composta de subutilização também foi de 28,6%.

O volume de desalentados, pessoas que desistiram de procurar trabalho devido às condições estruturais do mercado, caiu 6,5% em relação ao primeiro trimestre do ano e alcançou 5,6 milhões. O contingente, no entanto, permanece estável na comparação com o segundo trimestre do ano passado.

Um pensamento sobre “IBGE: 32,2 milhões estão desempregados, sub empregados e ganham menos do que deveriam

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