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Sem direitos trabalhistas, Entregadores de aplicativos bloqueiam ruas em Fortaleza por morte em acidente de trabalho

Se o cara trabalha para um patrão que lucra com seu trabalho, este patrão tem responsabilidade sim sobre as condições de trabalho. É o caso dos Aplicativos. Mas a mídia semeia a ideia de quele cara montado numa moto ou bicicleta é um “empreendedor” e o aplicativo seria um ente “etéreo” para o qual o cara presta serviço. Mas para cada entrega do Ifood por exemplo, o aplicativo recebe um valor igual ao do cara da entrega. Exploração absoluta do trabalho. O dono do Aplicativo, bilionário, não paga nenhum imposto e não tem nenhuma obrigação trabalhista. Aí os trabalhadores vão as ruas cobrar do Estado que assuma a responsabilidade. O que o Estado deveria fazer é ajudar estes trabalhadores iludidos a se organizarem e compreenderem que são trabalhadores. E como tal, devem lutar por direitos trabalhistas e exigir que o bilhardário patrão assuma responsabilidades também.

Segue a matéria do Diário do Nordeste

Entregadores de app bloqueiam avenidas em Fortaleza em protesto por atropelamento de motociclista

Trechos da Avenida Dom Luís e da Desembargador Moreira foram bloqueados, segundo AMC

Entregadores de aplicativo bloquearam ruas e avenidas próximas à Praça Portugal, no Bairro Aldeota, em Fortaleza. A manifestação teve início por volta das 11 horas desta segunda-feira (6). Por volta das 13h30, a Avenida Dom Luís já havia sido desobstruída.

De acordo com a  Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), os cruzamentos da Rua Barbosa de Freitas com a Avenida Dom Luís e Avenida Desembargador Moreira foram fechados.  

Segundo Nalton Andrade, motociclista e entregador cadastrado em aplicativo, a manifestação é um pedido de “justiça” após colega de profissão sofrer acidente, no domingo (5), na Capital.

“Nós queremos justiça pelo que aconteceu com nosso colega motociclista. Ele foi atropelado e nada foi feito. O motorista foi liberado. Foi ontem, lá no Bairro de Fátima”, conta.  

Diário do Nordeste procurou a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) sobre o acidente e, até a última atualização desta matéria, não teve retorno. 

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